domingo, 12 de junho de 2016

História - Pelotão de Operações Estratégicas

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O PELOTÃO DE OPERAÇÕES ESTRATÉGICAS (POE) foi oficialmente fundado em
25 de janeiro de 2005 por Marcelo Sansini (Matricula: 6.484) após o encerramento das
atividades do PELOTÃO DE GUARDA (PG).
Antes disso, Sansini assumiu o comando do PG, tendo como missão reformular as
atividades do mesmo, tarefa dada pelo Coronel Josias, comandante da JUCO na época. O
motivo era pelo fato de haver na ocasião um pelotão – no caso, o pelotão chamava-se BANDEIRA
– que já cuidava do arreamento, hasteamento, e obviamente de qualquer assunto que envolvesse
bandeiras.
Com as mudanças das funções, surgiu-se a necessidade da substituição do nome, como
podemos constatar no ofício a seguir:

Clique em cima da imagem para visualizar melhor.

Sendo assim, Sansini passou a ser o primeiro comandante do POE, agora um pelotão voltado à organização e coordenação de eventos efetuados pela Juventude Cívica de Osasco – JUCO.


PRIMEIRO MASCOTE

O primeiro mascote a nos representar foi a PANTERA NEGRA. Este animal caça com sutileza seus inimigos, representando muito bem a estratégia.


PRIMEIRO GRITO DE GUERRA



“A partir de agora unidos,
Somos e seremos o melhor da apresentação.
Com criatividade e estratégia,
Mostramos fé, garra e emoção.
Para vencer!
POE
PANTERA”


FACÇÃO POE

A FACÇÃO POE foi um grupo no pelotão cheio de polêmicas. Dizia-se tratar de um grupo de integrantes irregulares, entretanto, não era bem assim. Tratava-se de um grupo de amigos extremamente unidos – inclusive, até os dias de hoje – e sempre dispostos a ajudar, contribuindo muito com a JUCO e com o pelotão, embora fossem muito espontâneos e agitados, passando de tal modo uma imagem estranha aos demais que não eram próximos.



CRISES

Após a reformulação do pelotão, muitos integrantes decidiram entrar para outros pelotões ou apenas sair por motivos derivados. Por consequência, o POE ficou com o efetivo pequeno.


Também houve problemas na questão de adereços. Por conta da pouca quantia de integrantes e muitos deles na época já sendo desligados da entidade, não houve um bom investimento para a produção destes itens. Porém, após um tempo, conseguiu-se o bolachão, mas com um erro na produção: o fundo saiu cinza ao invés de azul. Como não havia verba para mandar refazer, permaneceram com este.

[FOTO DO BOLACHÃO AQUI]

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► Sansini passou o comando ao seu subcomandante quando a turma 67 se formou, o então Tenente Diego Martins. O mesmo teve um histórico discreto, apenas tomando conta do que Sansini havia deixado no pelotão. Depois de dois meses passou o comando ao Tenente Wanderson.


UNIÃO DO POE AO APOIO

Mesmo com a reformulação visando adquirir funções diferentes dos demais pelotões, neste período havia um pelotão que também cuidava da organização, segurança e coordenação de eventos: o APOIO (3° CIA). Como ambos os pelotões estavam com o efetivo reduzido demais, o Coronel Josias decidiu uni-los.
Foi tratado que o nome Pelotão de Operações Estratégicas permaneceria e o mascote que passaria a representa-lo seria o TIGRE, que até então representava o APOIO.

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Finalmente o projeto para o BRAÇAL passa a ser desenvolvido, porém, o pedido foi recusado duas vezes pelo Comando Geral. A ideia era ser azul com uma pantera estampada.
Aderiu-se ao pelotão também o símbolo de COMUNICAÇÃO e o BREVET DE PEITO (como mostrado ao lado) do APOIO. O símbolo também começou a ser utilizado no bolachão.


► Wanderson deu baixa e passou o comando para o Sargento Djalma Zambolim. Porém, o comandante do APOIO, Clayton, era o mais antigo, assim assumindo o posto no tempo de 7 de Setembro.

Com a junção de ambos pelotões, logo houve divergências por parte dos integrantes. Guilherme, integrante do POE desde o inicio – mais conhecido como Schumacher –, conversou diretamente com o Coronel Josias para liberar o uso do braçal, visando motiva-los.

Clayton deu baixa e passou o comando para Djalma novamente. Este ficou somente um mês no posto, passando então para Luciana.

*A pasta que havia sido criada para guardar ofícios e boa parte dos documentos sobre a história do nosso pelotão foi perdida.

Neste período, o BRAÇAL CINZA foi criado. A cor cinza foi escolhida pensando na farda, que desbota com o tempo, não criando contraste de cores. As letras estampadas eram de pano de cor preta – somente o braçal do comandante tinha letras de ferro, e Luciana foi a primeira comandante a usá-lo. O BREVET DE GOLA também começou a ser utilizado.


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Primeira e única camiseta feita por SCHUMACHER.

► Luciana passou o comando para Tatiane, que assumiu por pouco tempo, passando então para Guilherme (Schumacher).

Guilherme foi quem procurou pela produção da nova bandeira e do bolachão após a união do POE ao APOIO, sendo então um dos integrantes que mais ajudaram no crescimento do pelotão no início.

Guilherme passa o comando então para Aparecida, que em 2007 passa ao Tenente Leonardo, que fez com que o efetivo crescesse. A comandante seguinte foi Jéssica, que após passou ao Instrutor de 1ª Classe Aginaldo.


UNIÃO TEMPORÁRIA AO PSJ


Em 2008, um grupo liderado pelos recrutas Anderson e José Carlos, formou o PELOTÃO DE SEGURANÇA DA JUCO (PSJ). Coronel Josias então propôs ao comandante Aginaldo que incorporasse o PSJ ao POE como uma função na companhia, já que o mesmo auxiliava na segurança dos eventos, que era onde os papéis do POE focavam.
Infelizmente, havia irregulares no PSJ. Ficou como função do nosso pelotão disciplina-los, mas eram pessoas comprometidas e dispostas a ajudar. Contudo, nos tornamos uma companhia – a 2ª CIA – com dois pelotões. Mas o Coronel havia prometido que após a passagem de comando de Aginaldo à Tânia (subcomandante do POE na época), o PSJ seria uma companhia independente. E como dito, no dia 29 de setembro de 2008, fundou-se o PSJ, a 6 ª CIA, encerrando-se a união.


1ª TÍTULO DE CAMPEÃO DE ORDEM UNIDA

No início de 2009 houve a passagem de comando de Tânia ao Monitor Elvis (turma 80), justamente no período do Campeonato de Ordem Unida.
Não havia muitas expectativas do POE ganhar. Mas com simplicidade, postura e extrema disciplina, foi alcançado nosso primeiro título de Campeão de Ordem Unida! A primeira estrela prateada no braçal, um pouco acima da barra, representa esta conquista.


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► Elvis passou o comando para Gustavo Gusmão (também da turma 80), que depois passou a Tamires (turma 81). Ambos permaneceram no comando por pouquíssimo tempo.

► Entre setembro e outubro de 2009, Thiago André (Matricula: 8.708, turma 81) assumiu o pelotão.

Foi o responsável pela criação do BIBICO de friso cinza, pela divisão de funções no pelotão (comunicação e estratégia), incluindo integrantes para comandar ambos os grupos. Também criou a evolução “X”, o blog “O RUGIDO DO TIGRE” e deu início às contagens de presença nos treinamentos e pesquisas referentes a eventos.

► Em junho de 2010, Thiago passou o comando ao Instrutor Carlos (Matricula: 9.001, turma 83), que deu andamento a estes projetos.

► Em janeiro de 2011, Carlos passou o comando ao Jhonathan, que brevemente passou a Willian – mais conhecido como Jack.

Jack foi responsável pelo aumento de divulgação do pelotão nas mídias. Criou mais evoluções: o “SETA” e o “GARRA”, e também foi o criador de um de nossos gritos: o “QUEM FAZ TREMER A TERRA”.

► No início de 2012, William passou o comando à Bruna Carvalho. Depois Andreza Fernandes (Matricula: 9.947, turma 89) assumiu em maio de 2012, passando em outubro para Camila Albuquerque (Matricula: 10.197, turma 91), que em abril de 2013 passou à Monitora Mayane Santos. Em agosto de 2013, a Monitora Elaine Sena então assume o comando.

Juntamente ao seu subcomandante, o 2ª Classe Balsante e seu 1° Integrante, o 3ª Classe Santos, seu comando foi o que mais marcou o pelotão, também sendo o trio que ficou mais tempo ativo. Desenvolveram projetos há muito tempo esquecidos no POE: a graduação interna, a formatura de braçal, novos comandos, novos gritos de guerra, aumento de efetivo, realização de entrevistas, visitas a outras instituições e etc. Metade dos aspirantes da turma 99 entraram no pelotão devido ao excesso de marketing feito!


O trio também retomou a ativa das funções internas no pelotão, adicionando além de comunicação e estratégia, o grupo de apoio, facilitando a execução de tarefas, possibilitando o trabalho de equipe, organizando o pelotão e ajudando em seu crescimento.
Em 21 de dezembro de 2013, conquistamos nosso segundo título de campeão de Ordem Unida com este comando – nos tornando o primeiro pelotão BICAMPEÃO, além de termos sido o único pelotão a adicionar recrutas recém-formados para marchar. Nossa pontuação foi de 480.

► Em agosto de 2014, Sena passa o comando ao 2ª Classe Elton. Um novo trio também surge: Elton como comandante, 2ª Classe Paulo como subcomandante e 3ª Classe Guilherme Cassimiro como 1° Integrante para dar continuidade ao crescimento do pelotão. Mas ao longo deste comando, o posto de 1° Integrante variou, de Cassimiro a Gabriel e depois a Hércules, e este permaneceu.

No comando de Elton podemos destacar: a compra do par de rádios para facilitar a comunicação entre nossos integrantes – principalmente em eventos e derivados; a realização da primeira palestra dada pelo POE na JUCO durante uma das revistas gerais e depois diretamente aos aspirantes; a volta do Brevet de peito, tendo permissão para utiliza-lo novamente – na época em que o adereço era disponível para o uso, os integrantes não gostavam de usá-lo, o abandonando até então –; a atualização constante do mural da entidade e da página no Facebook, atingindo mais de 1.000 curtidas (tornando-se a página de pelotão mais curtida da JUCO); colagem de cartazes de conscientização por toda sede; realização de matérias e entrevistas em vídeos; formação do curso de braçal para os integrantes das turmas 100, 101 e 102; início à busca a fundo da história do pelotão; projeto de criação de blusa de frio personalizada.
Durante este comando também ganhamos a Gincana de Agasalhos em 1° Lugar e em 3° Lugar na campanha de doação de alimentos e brinquedos.

► Em julho de 2015, Hércules (Matricula: 11.437, turma 97) assume como comandante, juntamente com Carolinne (Matricula: 11.687, turma 99) como subcomandante e Anibal (Matricula: 11.774, turma 99) como 1° Integrante.

Ao decorrer do comando deste trio, houve sucesso no projeto de alteração da cor do braçal de cinza para cinza chumbo, que desde o comando de Mayane jazia sem respostas. Mas apenas foi liberado o uso após o 7 de setembro do ano em questão (porém o antigo braçal continuava sendo usado por aqueles que ainda não tinham condições para comprar o novo). O projeto de criação de TARJETAS para uso aos nossos regentes (recrutadores de CIA) e 1° Integrante também foram feitos neste comando.

[IMAGEM DAS TARJETAS AQUI]

No comando de Hércules houve continuidade aos demais projetos anteriores: curso de braçal, melhoras na marcha e efetivo, sempre mantendo um ótimo padrão de excelência. Entretanto, o POE iniciava uma fase complicada: Dificuldade em trazer novos integrantes ao pelotão desde os formandos da turma 103. Não era pela falta de marketing, inclusive.

► No dia 05 de dezembro de 2015, o Instrutor de 1ª Classe Hércules repassa o comando à Coordenadora Carolinne. O Coordenador Anibal se torna subcomandante e o posto de 1° de integrante fica ao Monitor César (Matricula: 11.976, turma 100).

O POE continuou tendo problemas para conseguir novos integrantes. Uma boa quantia entrava, mas poucos permaneciam. Isso dificultava a execução das funções, afinal havia poucas pessoas disponíveis para exercê-las. Por outro lado, continuamos sendo o pelotão mais proativo e reconhecido da JUCO, e no comando de Carolinne isto não mudou, apenas aumentou de valor.
Neste comando também ocorreram as formaturas de braçal das turmas 102, 103, 104 e 105 e as iniciativas para a volta do blog O RUGIDO DO TIGRE – que estava desativado até então.
Um pouco próxima da passagem de comando de Carolinne, a turma 106 se forma, fazendo com que o pelotão adquira então uma quantidade satisfatória de integrantes.

► No dia 14 de maio de 2016, a Instrutora Porto passa o comando ao Coordenador César e o Instrutor Anibal passa o subcomando ao Coordenador Lapa (Matricula: 12.062, turma 100). O posto de 1° Integrante fica à Coordenadora Stefani (Matricula: 11.957, turma 100).

Não muito tempo depois da passagem de comando, a 1ª Integrante Stefani sai do pelotão por motivos pessoais. Foi decidido então que até o fim do comando de César, o POE permaneceria com este posto vazio.
Apesar disto, o pelotão seguiu firme e forte. O curso de braçal foi passado e concluso aos integrantes da turma 106 – a apostila de braçal passou por uma reformulação e atualização antes disso. O efetivo prosseguiu melhorando intensamente na questão de marcha e disciplina.
No comando de César, buscou-se a confecção da camiseta polo com a estampa do tigre em uma quantia ampla por um valor acessível aos integrantes. Com isso, 90% do nosso efetivo se padronizou utilizando as camisetas, aumentando a visibilidade de nosso pelotão aos treinamentos!

► No dia 24 de setembro de 2016, o Instrutor César passa o comando ao Instrutor Lapa, respectivamente passando o subcomando à 1ª Classe Miranda (Matricula: 12.438, turma 103). O posto de 1° Integrante volta a ser ocupado pelo 2ª Classe Vicente (Matricula: 12.731, turma 104).

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Até os dias atuais, nossa companhia foi a que mais cedeu integrantes ao COMANDO GERAL. Destes: Wellington, Rafael, Guilherme, Aginaldo, Tamires, Carlos e Anderson.




*TEXTO POR BEATRIZ MIRANDA, N° 12438.

Ex-Comandantes

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Respectivamente: Tânia, Aginaldo, Elvis, Gustavo, Tamires, Thiago, Carlos, Jhonathan, William (Jack), Bruna, Andreza, Camila, Mayane, Sena, Elton, Hércules, Carolinne e César.





 


Subdivisões

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  • ESTRATÉGIA: Responsabilizam-se por analisar situações em que a entidade esteja presente, pelo estudo pré-evento, assim definindo posições – como em uma formatura, analisar a área onde o palanque deverá ser posto, áreas reservadas para pessoas com necessidades especiais, como será o deslocamento do público, etc. Também ajusta e distribui as funções aos demais integrantes, desenvolvendo-as ao decorrer do evento.

  • COMUNICAÇÃO: Responsabilizam-se pela divulgação do pelotão e da entidade, usando ferramentas da mídia como meio – como o Facebook, o blog “O RUGIDO DO TIGRE”, etc. Também são responsáveis por divulgar eventos e informações internas da JUCO, gincanas, campeonatos, formaturas, lembretes, mantendo os integrantes do POE e demais estagiários informados. Encarregados também de criar enquetes, fotografar e elaborar matérias, que foquem na entidade ou sejam de utilidade relacionada a ela ou ao POE.

Graduação Interna

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Esta graduação é exclusiva do POE e distribuída de acordo pelo trio aos integrantes. Usa como representatividade: a mitologia grega, a quantia e tipos de estrelas inseridas no braçal.

Clique em cima da imagem para visualizar melhor.

*O posto de SOLDADO ESPECIAL se dá ao integrante que se destaca ao decorrer do curso de braçal e nas demais atividades do pelotão.

Adereços

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Todos os nossos adereços levam o símbolo do pelotão – o símbolo de comunicação – ou o tigre, ou ambos estampados. Sendo eles:

  • CAMISA PERSONALIZADA - É liberado a qualquer integrante do pelotão ativo nos treinamentos estampar.
  • BOLACHÃO - É liberado a qualquer integrante do pelotão ativo nos treinamentos usar.
  • BREVET DE GOLA - É liberado a qualquer integrante do pelotão ativo nos treinamentos usar.
  • BREVET DE PEITO - é liberado o uso ao integrante por mérito.
  • BIBICO DE FRISO CINZA - Só é permitido o uso ao integrante em eventos.
  • BRAÇAL- Só é liberado o uso ao integrante após o mesmo concluir o curso de braçal.


Comandos Internos

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O POE, como todo pelotão, contém comandos exclusivos criados por nossos próprios integrantes, como: JAVA, PRIMÁRIO, 2-4 MARCHE, SETA, ATENA, GARRA, etc.

Os mais utilizados são:

X

Este comando é sempre dado quando o integrante pisa com o pé ESQUERDO. Depois se dá mais um passo com o pé DIREITO, dá mais um passo adiante – um pouco mais esticado que o normal – com o pé ESQUERDO, depois volta este para a posição anterior (ou seja, ao lado do pé direito) batendo as mãos com força nas coxas simultaneamente, como se estivesse na posição de SENTIDO. Em seguida, volta a marchar novamente com o pé ESQUERDO e grita “TIGRES!”.

A sola com um "D" refere-se ao PÉ DIREITO.A com o "E" refere-se ao PÉ ESQUERDO.


P-O-E

Este comando é sempre dado quando o integrante pisa com o pé ESQUERDO, e também não é um comando dito por completo. Cada letra é uma fase.

Ao ser proferido P, o recruta dá um passo à frente com o pé DIREITO, em seguida dando mais um passo com o pé ESQUERDO, este ficando flexionado somente com o calcanhar tocando o chão e assim permanece imóvel aguardando a voz de comando proferir a próxima letra.
Ao ser proferida a letra
O (que sai como um “Ó”), o recruta volta com o pé esquerdo para a posição anterior e bate as mãos com força nas coxas, permanecendo novamente imóvel – como na posição de SENTIDO.

Ao ser proferido a última letra, o E, o integrante bate o pé esquerdo com força e grita “TIGRES!”, assim voltando a marchar normalmente.



SENA

Este comando é sempre dado quando o integrante pisa com o pé ESQUERDO. Podemos resumi-lo como uma junção do X com o MEIA VOLTA.

Ao ser proferido, o recruta dá um passo com o pé DIREITO, depois um adiante com o ESQUERDO e retorna com este para a posição anterior. Dá uma batida com as mãos espalmadas nas laterais das coxas, depois um giro de 180° graus, batendo mais uma vez nas laterais para então voltar a marchar – tudo isso simultaneamente.



4-5-6

Como o comando P-O-E, cada número é uma fase no 4-5-6.

A voz de comando proferirá os números sempre no pé ESQUERDO. Quando proferir o último número, o recruta fará uma CONVERSÃO direta, ou seja, sem contar passos. Na verdade, os números comandados substituem a necessidade de contar mais três passos, como ocorre na conversão padrão.

FRENTE PARA RETAGUARDA
(ou esquerda/direta)

Este comando é sempre dado quando o integrante está na posição DESCANSAR. Ao ser proferido, o recruta grita: “SEGUNDA!”, depois se volta ao lado indicado dando um salto energético e vivo, gritando outra vez: “CIA!”, sem sair da posição de descansar.


DES-CAN-SAR

Diferente do DESCANSAR padrão, este é dado enquanto o integrante marcha. Igualmente ao 4-5-6, a voz de comando proferirá as sílabas sempre no pé ESQUERDO. Quando for proferida a última, o recruta rapidamente entrará em posição de SENTIDO e simultaneamente depois na posição de DESCANSAR, permanecendo em forma até outro comando ser proferido.


*TEXTO POR BEATRIZ MIRANDA - N° 12438.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

A Ordem Unida

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Ordem é o mesmo que disciplina e obediência. 

Unida vem de união, um conjunto.


É a prática da marcha, envolvimento, coesão de tropa, da chefia, da liderança, da criação e aperfeiçoamento de disciplina. O efetivo segue os comandos que lhe são enviados para que se apresentem e se desloquem em perfeita ordem, harmonia, obediência, aspecto enérgico e marcial. Através da Ordem Unida, a tropa evidencia claramente os índices de eficiência. Sendo eles:

  • MORAL: Pela superação de dificuldades;
  • DISCIPLINA: Pela presteza e atenção em que se obedece aos comandos;
  • ESPIRITO DE CORPO: Pela uniformidade e boa apresentação coletiva.

ELEMENTOS BÁSICOS


A Ordem Unida contém uma linguagem própria para facilitar a identificação dos comandos:

  • FORMAÇÃO: indivíduos posicionados em colunas e fileiras;
  • COLUNA: indivíduos posicionados um atrás do outro, independente da distância;
  • FILEIRA: indivíduos posicionados sobre a mesma linha, um ao lado do outro e voltados para mesma frente;
Veja o exemplo do tabuleiro. Ele é dividido em oito colunas por oito fileiras.
As colunas são formadas pelas letras e as fileiras pelos números.

  • TESTA: o primeiro indivíduo de cada coluna, ou seja, toda a primeira fileira;
  • CAUDA: o último indivíduo de cada coluna, ou seja, toda a última fileira;
  • COBERTURA: indivíduos voltados para a mesma frente;
  • PROFUNDIDADE: espaçamento dado entre a CAUDA e a TESTA de qualquer formação;
  • ALINHAMENTO: indivíduos postos em linha reta, voltados para a mesma frente, exatamente um ao lado do outro, sempre usando o indivíduo base da DIREITA como seguimento.
  • INTERVALO: espaço entre os indivíduos posicionados na mesma fileira e voltados para a mesma frente;
  • CADÊNCIA: sucessão harmoniosa de sons e movimentos;
  • HOMEM-BASE: o primeiro indivíduo da TESTA da coluna ESQUERDA pelo qual a tropa regula todos os elementos mencionados acima. Para quem está fora da tropa comandando, o HOMEM-BASE será o TESTA da coluna DIREITA.

COMANDOS GERAIS


Os comandos gerais são aqueles que todos os pelotões da entidade utilizam. Os principais são:

  • SENTIDO: Dado o comando, o indivíduo unirá os calcanhares com energia, deixando as pontas dos pés voltadas para fora, e ao mesmo tempo trará as mãos diretamente para os lados do corpo, batendo-as com força nas coxas, mantendo-as espalmadas – dedos unidos e distendidos, com o médio ajustando-se com a costura lateral da calça – e coladas na parte exterior das coxas. Ficará imóvel, com a cabeça erguida e o olhar fixo à frente;
  • ORDINÁRIO: Proferido ORDINÁRIO, o indivíduo ficará em posição de SENTIDO. Depois será dado o comando MARCHE, e assim, o mesmo sairá marchando;
  • ALTO: Este comando só é dado quando o indivíduo está marchando. É uma parada: o indivíduo ficará na posição de SENTIDO.
  • DIREITA/ESQUERDA/MEIA VOLTA: A voz de comando especificará o lado (DIREITA, ESQUERDA ou MEIA VOLTA), e depois proferirá VOLVER. Neste momento o indivíduo se voltará para o lado indicado, movendo e mantendo o pé esquerdo fixo no chão, enquanto o pé direito se move de acordo para ficar na posição comandada;
  • CONVERSÃO: Este comando é uma meia volta diferente. Ao ser dado, o indivíduo contará três (3) passos com o pé esquerdo, e com o direito dará um passo à frente arrastando e girando para o lado direito, depois voltando a marchar normalmente com o pé direito;
  • MARCAR PASSO: Dado o comando, o indivíduo permanecerá marchando no mesmo lugar, sem caminhar. Os braços permanecem parados nas laterais do corpo, como na posição de SENTIDO;
  • COBRIR: Com este comando se executa um dos elementos básicos mencionados anteriormente, o INTERVALO. Se o individuo for TESTA, distenderá o braço esquerdo lateralmente e horizontalmente à sua esquerda, tocando o ombro do recruta ao lado, alinhando-se de acordo com a formação. Caso não seja testa, o indivíduo erguerá o braço esquerdo para frente. Caso seja o HOMEM-BASE, manterá a posição de SENTIDO, pois é dele que o efetivo tirará todas as coordenadas;


  • FIRME: Este comando é para cessar o COBRIR, voltando para a posição de SENTIDO;
  • DESCANSAR: Dado o comando, o indivíduo afastará o pé esquerdo do direito, fazendo as pernas ficarem naturalmente distendidas. Simultaneamente, a mão direita será fechada e colocada nas costas, com a mão esquerda segurando o pulso do braço direito, ambas postas um pouco abaixo da cintura;
  • FORA DE FORMA: Proferido o FORA DE FORMA, o indivíduo ficará na posição de SENTIDO. Depois será dado o comando MARCHE, e assim, o mesmo baterá o pé esquerdo com força no chão e sairá de forma;
  • À VONTADE EM FORMA: Dado o comando, o indivíduo manterá seu lugar na formação, mas poderá se mover e falar à vontade – desde que o pé esquerdo permaneça fixo no chão.

A CONTINÊNCIA - COMANDO NÃO PROFERIDO


*Ao se direcionar a um superior, o recruta emprega o tratamento “SENHOR” ou “SENHORA”.
No mesmo posto ou graduação, o tratamento que deve ser utilizado é “VOCÊ”.

A continência militar não se trata apenas de uma mera saudação. Trata-se de um sinal de respeito e apreço aos seus superiores, de posto de maior graduação, bandeiras e símbolos.
É prestada do mais novo para o mais antigo, isto é, de recruta a oficial, de oficial a mais alta graduação ou autoridade, podendo ser individual ou coletiva.

Os elementos essenciais dela são:

  • ATITUDE: Postura marcial e comportamento respeitoso e adequado às circunstâncias e ao ambiente;
  • GESTO: Conjunto de movimentos do corpo, braços e mãos;
  • DURAÇÃO: O tempo durante o qual o recruta assume a atitude e executa o gesto acima referido.

Deve ser sempre feito na posição de SENTIDO. O indivíduo deve voltar a cabeça a quem a saudação se dirige (pessoa, bandeira, etc), depois trazer a mão espalmada e distendida, com os dedos unidos até a lateral do rosto, de modo que o dedo médio fique um pouco acima da linha do olho, numa posição reta e precisa.

Se a continência for direcionada a um superior, o de menor hierarquia deve esperar que o superior cesse a saudação para depois também cessar o ato. Não se pode cessar antes do superior. Caso se trate de alguém da mesma escala de hierarquia, não há restrições.
Já em forma, será proferido “EM CONTINÊNCIA, APRESENTAR ARMAS!”, e assim o indivíduo presta a continência normalmente.



*TEXTO POR BEATRIZ MIRANDA - N° 12438.